Há coisas que só
encontram forma
quando são ditas.
Atendo adultos e adolescentes que atravessam adoecimento, perdas, angústia e momentos em que a vida deixou de fazer o sentido que fazia.
Uma escuta formada
dentro do hospital.
Sou Thais Arese Vilela, psicóloga clínica (CRP 06/169382). Minha formação se deu em grande parte no ambiente hospitalar e na saúde pública — lugares onde a palavra costuma chegar depois do susto, do diagnóstico, da internação. Foi ali que aprendi a trabalhar com o que é urgente sem atropelar o que é lento.
Fiz residência em Psicologia Hospitalar e Psico-oncologia no A.C. Camargo Cancer Center, especialização em Psicologia Hospitalar pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, e hoje divido a clínica online com o trabalho na atenção básica em Pindamonhangaba e em um projeto de organização da sociedade civil. Antes disso fui psicóloga no Hospital de Urgências de São Bernardo do Campo e passei por CAPS infantojuvenil, CAISM Vila Mariana e clínica social.
Minha clínica é de orientação psicanalítica, atravessada pelo interesse em arte e em psicologia social. Ela não promete eliminar o sofrimento nem entregar respostas prontas: oferece um espaço em que você não precisa organizar o que sente antes de dizer, e onde aquilo que se repete — no corpo, nos vínculos, nas escolhas — pode finalmente ser escutado e ganhar outro destino.
- 2023 · 2025A.C. Camargo Cancer CenterResidência em Psicologia Hospitalar e Psico-oncologia — Fundação Antônio Prudente
- 2022Albert EinsteinEspecialização em Psicologia Hospitalar — Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa
- 2021 · 2023USPDisciplinas de mestrado como aluna especial: psicanálise e estética, sofrimento nas instituições de saúde, discurso e perspectivas lacanianas, psicanálise e teoria social, psicanálise pertinente à situação brasileira
Também: especialização em Políticas Públicas em Saúde Mental (Escola Mineira de Humanidades / UNIFAAT, em curso) · Psicanálise, Educação e Grupos Terapêuticos (Instituto ESPE) · clínica voluntária na REM Margens Clínicas · iniciação à docência em Psicologia Social e graduação em Psicologia (Universidade de Taubaté).
Motivos que costumam
trazer alguém até aqui
Ninguém precisa chegar com o problema bem formulado. Na verdade, é raro que chegue: quase sempre se começa por uma queixa confusa, e é justamente esse trabalho de dar nome que a análise faz.
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Adoecimento e tratamento
Receber um diagnóstico, encarar um tratamento longo, conviver com o corpo mudado. Um espaço para falar do que não cabe na consulta médica.
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Luto e perdas
A morte de alguém, o fim de um relacionamento, o adeus a um projeto de vida. Elaborar não é esquecer — é encontrar um lugar possível para o que ficou.
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Ansiedade e angústia
Aperto no peito, pensamentos que não param, a sensação de estar sempre prestes a algo. Entender de onde vem muda a relação com o sintoma.
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Cuidar de quem se ama
Ser cuidador cansa, culpa e isola. Familiares e acompanhantes também precisam de um lugar próprio para falar.
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Repetições que incomodam
As mesmas brigas, as mesmas escolhas, os mesmos becos. O que se repete tem algo a dizer, e é isso que a análise procura escutar.
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Um mal-estar sem nome
Insônia, cansaço que não passa, exames que não encontram nada, irritação constante. Quando o corpo insiste em dizer o que ainda não virou palavra, é daí que o trabalho parte.
Quando a vida é interrompida
por um diagnóstico.
Foram dois anos de residência no A.C. Camargo acompanhando pessoas e famílias durante o tratamento oncológico, e um percurso que inclui cuidados paliativos em oncologia pediátrica e o pronto-socorro de um hospital de urgências. É um tempo em que tudo passa a girar em torno de exames, protocolos e prognósticos — e a pessoa por trás do paciente costuma ficar sem lugar para falar.
O que não se diz na consulta
Medo, raiva, cansaço do tratamento, culpa por não estar sendo "forte". Aqui não é preciso ser exemplo de superação para ninguém.
Quem cuida também adoece
Acompanhantes carregam a rotina, as decisões e o silêncio. Um espaço próprio evita que esse peso vire adoecimento.
A vida após o tratamento
A alta não encerra a experiência. Voltar ao trabalho, aos vínculos e ao próprio corpo pede uma reconstrução que leva tempo.
O sofrimento sempre
tem endereço.
Uma parte do meu percurso não passa pelo consultório. Passa pela arte e pelo laço social — pelo que a cultura, a estética e as condições de vida de cada um fazem com aquilo que sentimos.
Estudei psicanálise e estética na USP, junto de disciplinas sobre a experiência do sofrimento atravessada pela cultura, pela sociedade e pela religião, sobre psicanálise pertinente à situação brasileira e sobre as intersecções entre psicanálise e teoria social. Antes disso, fui iniciada à docência em Psicologia Social e trabalhei anos com adolescentes no projeto Jovens Protagonistas, em Pindamonhangaba, e como voluntária na clínica social Margens Clínicas.
Isso muda a escuta. A imagem, a música, o desenho e a escrita não são passatempo: são formas de dizer o que ainda não cabe em frase feita. E entender de onde alguém vem — classe, território, história, fé — faz parte de entender o que adoece.
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Recursos artísticos na clínica
Imagem, escrita e criação como caminhos para o que a palavra direta ainda não alcança, em atendimento individual ou em grupo.
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Clínica e políticas públicas
Experiência em CAPS, CAISM e clínica social, e especialização em Políticas Públicas em Saúde Mental em curso.
O que ofereço
Atendimento exclusivamente online, por videochamada, para todo o Brasil e para brasileiros no exterior.
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Psicoterapia individual
Adultos e adolescentes
Sessões semanais de 50 minutos por videochamada, de orientação psicanalítica. Horário fixo, reservado para você.
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Acompanhamento
Pacientes e familiares
Escuta específica para quem está em tratamento oncológico ou de outra doença grave — e para quem acompanha.
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Grupos e oficinas
Escuta coletiva
Grupos terapêuticos, oficinas com recursos artísticos e formações para equipes de saúde, escolas e projetos sociais.
Quatro passos,
nessa ordem
Nada é decidido antes da primeira conversa. Os encontros iniciais servem justamente para saber se faz sentido seguir — para você e para mim.
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Primeiro contato
Você me escreve pelo WhatsApp. Respondo pessoalmente com os horários disponíveis, o valor da sessão e as formas de atendimento. Sem formulário e sem triagem.
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Entrevistas iniciais
De duas a quatro conversas para você contar o que te trouxe e eu entender a demanda. É também quando você sente se há espaço ali para falar.
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Combinação do enquadre
Definimos frequência, dia, horário e valor. Sessões de 50 minutos por videochamada, semanais na maioria dos casos.
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O trabalho clínico
A partir daí, o percurso é seu. A duração não é fixada de antemão: acompanhamos juntos o que muda e revemos o combinado sempre que for preciso.
Antes da
primeira conversa
O que é uma clínica de orientação psicanalítica?
O que arte e psicologia social têm a ver com a terapia?
Atende por convênio?
Como funciona o atendimento online?
Quanto tempo dura o processo?
Preciso estar em crise para começar?
O que é dito na sessão fica entre nós?
Se você chegou até aqui,
já começou a falar.
Me escreva pelo WhatsApp. Respondo pessoalmente, em até um dia útil, com horários e valores.
Marcar a primeira conversa