Thais Arese VilelaPsicóloga · CRP 06/169382
Psicóloga clínica · Atendimento 100% online

Há coisas que só
encontram forma
quando são ditas.

Atendo adultos e adolescentes que atravessam adoecimento, perdas, angústia e momentos em que a vida deixou de fazer o sentido que fazia.

Thais Arese Vilela, psicóloga clínica
—Residência A.C. Camargo Cancer Center
—Especialização Albert Einstein
—Sessões online de 50 minutos
—Atendimento particular e sigiloso
Sobre

Uma escuta formada
dentro do hospital.

Sou Thais Arese Vilela, psicóloga clínica (CRP 06/169382). Minha formação se deu em grande parte no ambiente hospitalar e na saúde pública — lugares onde a palavra costuma chegar depois do susto, do diagnóstico, da internação. Foi ali que aprendi a trabalhar com o que é urgente sem atropelar o que é lento.

Fiz residência em Psicologia Hospitalar e Psico-oncologia no A.C. Camargo Cancer Center, especialização em Psicologia Hospitalar pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, e hoje divido a clínica online com o trabalho na atenção básica em Pindamonhangaba e em um projeto de organização da sociedade civil. Antes disso fui psicóloga no Hospital de Urgências de São Bernardo do Campo e passei por CAPS infantojuvenil, CAISM Vila Mariana e clínica social.

Minha clínica é de orientação psicanalítica, atravessada pelo interesse em arte e em psicologia social. Ela não promete eliminar o sofrimento nem entregar respostas prontas: oferece um espaço em que você não precisa organizar o que sente antes de dizer, e onde aquilo que se repete — no corpo, nos vínculos, nas escolhas — pode finalmente ser escutado e ganhar outro destino.

  • 2023 · 2025A.C. Camargo Cancer CenterResidência em Psicologia Hospitalar e Psico-oncologia — Fundação Antônio Prudente
  • 2022Albert EinsteinEspecialização em Psicologia Hospitalar — Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa
  • 2021 · 2023USPDisciplinas de mestrado como aluna especial: psicanálise e estética, sofrimento nas instituições de saúde, discurso e perspectivas lacanianas, psicanálise e teoria social, psicanálise pertinente à situação brasileira

Também: especialização em Políticas Públicas em Saúde Mental (Escola Mineira de Humanidades / UNIFAAT, em curso) · Psicanálise, Educação e Grupos Terapêuticos (Instituto ESPE) · clínica voluntária na REM Margens Clínicas · iniciação à docência em Psicologia Social e graduação em Psicologia (Universidade de Taubaté).

Quando procurar

Motivos que costumam
trazer alguém até aqui

Ninguém precisa chegar com o problema bem formulado. Na verdade, é raro que chegue: quase sempre se começa por uma queixa confusa, e é justamente esse trabalho de dar nome que a análise faz.

  • Adoecimento e tratamento

    Receber um diagnóstico, encarar um tratamento longo, conviver com o corpo mudado. Um espaço para falar do que não cabe na consulta médica.

  • Luto e perdas

    A morte de alguém, o fim de um relacionamento, o adeus a um projeto de vida. Elaborar não é esquecer — é encontrar um lugar possível para o que ficou.

  • Ansiedade e angústia

    Aperto no peito, pensamentos que não param, a sensação de estar sempre prestes a algo. Entender de onde vem muda a relação com o sintoma.

  • Cuidar de quem se ama

    Ser cuidador cansa, culpa e isola. Familiares e acompanhantes também precisam de um lugar próprio para falar.

  • Repetições que incomodam

    As mesmas brigas, as mesmas escolhas, os mesmos becos. O que se repete tem algo a dizer, e é isso que a análise procura escutar.

  • Um mal-estar sem nome

    Insônia, cansaço que não passa, exames que não encontram nada, irritação constante. Quando o corpo insiste em dizer o que ainda não virou palavra, é daí que o trabalho parte.

Psico-oncologia e psicologia hospitalar

Quando a vida é interrompida
por um diagnóstico.

Foram dois anos de residência no A.C. Camargo acompanhando pessoas e famílias durante o tratamento oncológico, e um percurso que inclui cuidados paliativos em oncologia pediátrica e o pronto-socorro de um hospital de urgências. É um tempo em que tudo passa a girar em torno de exames, protocolos e prognósticos — e a pessoa por trás do paciente costuma ficar sem lugar para falar.

PACIENTES

O que não se diz na consulta

Medo, raiva, cansaço do tratamento, culpa por não estar sendo "forte". Aqui não é preciso ser exemplo de superação para ninguém.

FAMILIARES

Quem cuida também adoece

Acompanhantes carregam a rotina, as decisões e o silêncio. Um espaço próprio evita que esse peso vire adoecimento.

DEPOIS

A vida após o tratamento

A alta não encerra a experiência. Voltar ao trabalho, aos vínculos e ao próprio corpo pede uma reconstrução que leva tempo.

Conversar sobre um atendimento
Arte, cultura e o social

O sofrimento sempre
tem endereço.

Uma parte do meu percurso não passa pelo consultório. Passa pela arte e pelo laço social — pelo que a cultura, a estética e as condições de vida de cada um fazem com aquilo que sentimos.

Estudei psicanálise e estética na USP, junto de disciplinas sobre a experiência do sofrimento atravessada pela cultura, pela sociedade e pela religião, sobre psicanálise pertinente à situação brasileira e sobre as intersecções entre psicanálise e teoria social. Antes disso, fui iniciada à docência em Psicologia Social e trabalhei anos com adolescentes no projeto Jovens Protagonistas, em Pindamonhangaba, e como voluntária na clínica social Margens Clínicas.

Isso muda a escuta. A imagem, a música, o desenho e a escrita não são passatempo: são formas de dizer o que ainda não cabe em frase feita. E entender de onde alguém vem — classe, território, história, fé — faz parte de entender o que adoece.

  • Recursos artísticos na clínica

    Imagem, escrita e criação como caminhos para o que a palavra direta ainda não alcança, em atendimento individual ou em grupo.

  • Clínica e políticas públicas

    Experiência em CAPS, CAISM e clínica social, e especialização em Políticas Públicas em Saúde Mental em curso.

Atendimentos

O que ofereço

Atendimento exclusivamente online, por videochamada, para todo o Brasil e para brasileiros no exterior.

  • Psicoterapia individual

    Adultos e adolescentes

    Sessões semanais de 50 minutos por videochamada, de orientação psicanalítica. Horário fixo, reservado para você.

  • Acompanhamento

    Pacientes e familiares

    Escuta específica para quem está em tratamento oncológico ou de outra doença grave — e para quem acompanha.

  • Grupos e oficinas

    Escuta coletiva

    Grupos terapêuticos, oficinas com recursos artísticos e formações para equipes de saúde, escolas e projetos sociais.

Como começa

Quatro passos,
nessa ordem

Nada é decidido antes da primeira conversa. Os encontros iniciais servem justamente para saber se faz sentido seguir — para você e para mim.

  1. Primeiro contato

    Você me escreve pelo WhatsApp. Respondo pessoalmente com os horários disponíveis, o valor da sessão e as formas de atendimento. Sem formulário e sem triagem.

  2. Entrevistas iniciais

    De duas a quatro conversas para você contar o que te trouxe e eu entender a demanda. É também quando você sente se há espaço ali para falar.

  3. Combinação do enquadre

    Definimos frequência, dia, horário e valor. Sessões de 50 minutos por videochamada, semanais na maioria dos casos.

  4. O trabalho clínico

    A partir daí, o percurso é seu. A duração não é fixada de antemão: acompanhamos juntos o que muda e revemos o combinado sempre que for preciso.

Dúvidas frequentes

Antes da
primeira conversa

O que é uma clínica de orientação psicanalítica?
Significa que o trabalho não gira em torno de metas de sessão ou exercícios para casa. Ele parte da sua fala livre para chegar ao que se repete sem que você perceba — desejos, medos e conflitos que escapam à explicação consciente. Costuma ser um processo mais longo, e também mais profundo, do que abordagens focadas apenas no sintoma.
O que arte e psicologia social têm a ver com a terapia?
Tudo o que você sente tem um contexto: a cidade em que vive, o trabalho que faz, a família que teve, o momento do país. Levar isso em conta não dilui o que é seu — evita que o sofrimento seja tratado como defeito individual. E a arte, no consultório, aparece o tempo todo: um filme, uma música, um livro costumam dar forma a algo que a explicação direta não alcança.
Atende por convênio?
Não. O atendimento é exclusivamente particular. Emito recibo, que pode ser usado para reembolso junto ao seu plano de saúde ou para dedução no Imposto de Renda — vale confirmar as regras com a sua operadora.
Como funciona o atendimento online?
Por videochamada, em link enviado antes de cada sessão. Você só precisa de conexão estável e de um lugar reservado, onde possa falar sem ser interrompido ou ouvido — fones de ouvido ajudam. A modalidade é regulamentada pela Resolução CFP 11/2018 e o sigilo é exatamente o mesmo do consultório.
Quanto tempo dura o processo?
Não há prazo definido. Alguns processos duram meses, outros anos. O que existe é uma revisão constante: falamos abertamente sobre o andamento e sobre o momento de encerrar quando ele chegar.
Preciso estar em crise para começar?
Não. Muita gente procura terapia por incômodos difíceis de nomear ou pelo desejo de entender a própria história. A ausência de uma crise não torna a demanda menos legítima.
O que é dito na sessão fica entre nós?
Sim. O sigilo é condição do trabalho, previsto no Código de Ética Profissional do Psicólogo, e se mantém após o fim do processo. As exceções são as previstas em lei, como risco iminente à sua vida ou à de outra pessoa — e, mesmo nesses casos, isso seria conversado com você.

Se você chegou até aqui,
já começou a falar.

Me escreva pelo WhatsApp. Respondo pessoalmente, em até um dia útil, com horários e valores.

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